Nome da Doença: Incontinência urinária adulto - urina solta ##
 
 
Tratamento: Indicado uso interno, usando-se a tintura da casca, planta PUXURI (LICARIA PUCHURY). A literatura indica tabém a planta: JATOBÁ, usando-se em decocto o folha ou a casca. Ver dados da planta neste site.
 
 
Sintomas: Incontinência Urinária: Causas e Conseqüências Incontinência urinária é a perda involuntária de urina. Para muitas pessoas, incontinência urinária é uma fonte de constrangimento e dificuldade social que é escondida e deixada sem tratamento. Para o especialista em urologia pela Universidade de Saint Louis de Indianapolis -Estados Unidos, Dr. Marcelo Horta Furtado, é estimado que mais de 12 milhões de pessoas nos Estados Unidos tenham incontinência urinária e em uma estatística bastante subestimada mais de 50 milhões de pessoas nos países industrializados apresentem o problema. Segundo o especialista de Belo Horizonte, a incontinência é mais comum entre pessoas mais idosas, afetando um terço daqueles com mais de 60 anos de idade e normalmente , ela afeta mais mulheres do que homens. Aproximadamente 38% das mulheres americanas possuem algum grau de perda involuntária de urina, e entre pessoas com mais de 60 anos, ocorre duas vezes mais em mulheres do que em homens. Contrário à crença popular, a incontinência urinária não é uma conseqüência normal da idade, embora os músculos do trato urinário possam perder algum tônus quando nós envelhecemos. Para compreender a incontinência urinária, seria útil compreender o processo da micção. A micção, explica o especialista, é controlada por nervos e músculos do sistema urinário. O trato urinário inclui os rins (os quais filtram o sangue e excretam os produtos finais do metabolismo do corpo como urina), os ureteres (tubos que conduzem a urina dos rins à bexiga), a bexiga (o saco que serve como reservatório de urina), a próstata em homens (a glândula envolvida na produção de sêmen) e a uretra (tubo que conecta a bexiga ao exterior do corpo). Quando você não esta urinando, os músculos dos esfíncteres externo e interno da uretra mantém o tubo uretral fechado. Pequenas quantidades de urina são continuamente esvaziadas na bexiga pelos ureteres a cada 10 a 15 segundos. Logo, a urina acumula na bexiga e quando a bexiga está cheia, o cérebro envia sinais para os músculos da bexiga contrair e aqueles da uretra relaxar, permitindo, então, ocorrer a micção. A incontinência ocorre quando o estoque e o esvaziamento da urina da bexiga não funcionam de uma maneira coordenada. Esta falta de coordenação entre os processos de estoque e esvaziamento é devido a um mau funcionamento dos nervos e músculos da bexiga ou uretra. Em mulheres, a incontinência pode também ser causado por uma perda de suporte da bexiga e uretra, esclarece o médico. Tipos A incontinência urinária é classificada em diferentes tipos de acordo com o problema de base causando a condição. Na incontinência transitória, uma causa reversível pode ser determinada. Mais da metade das pessoas idosas com incontinência tem uma causa reversível. Estas causas podem incluir: infecção urinária, constipação intestinal importante, uso de certas medicações, doença aguda, mobilidade restrita, desordens psicológicas, inflamações da bexiga, retenção urinária e desordens hormonais. Quando uma causa reversível não pode ser determinada, ela é classificada como incontinência persistente. É importante notar que na maioria dos pacientes, a incontinência persistente pode ser melhorada com o tratamento apropriado. Os tipos de incontinência persistentes são: incontinência de estresse (no qual pequenas quantidades de urina são perdidas quando você tosse, espirra, ou faz qualquer atividade repentina que aumenta a pressão dentro do abdômen. O tipo mais comum de incontinência na mulher), urge-incontinência (refere a inabilidade em atrasar a micção quando você sente que a bexiga esta cheia), incontinência por transbordamento (na qual a bexiga enche em excesso e pequenas quantidades de urina vazam sem qualquer aviso) e incontinência mista - quando há uma combinação dos tipos acima, esclarece Furtado. Avaliação O urologista explica que o médico ao avaliar um paciente queixando de incontinência, deve determinar se existem quaisquer fatores reversíveis contribuindo para a incontinência, como infecções, o uso de certas medicações ou outras doenças. O primeiro passo na avaliação é fazer uma história completa e um exame físico completo. Para a história médica, o médico faz questões detalhadas a respeito dos sintomas que o paciente está sentindo, assim como sobre sua saúde, estilo de vida, história familiar, qualquer problema médico que você possa ter tido e quais medicações você esta tomando. Durante o exame físico, o médico avalia quaisquer problemas abdominais, vaginal (mulher), prostático (homem), neurológico ou retal. Os exames de laboratório são feitos usualmente no sangue e na urina para checar sinais de infecção ou outras anormalidades. O médico também pode pedir que o paciente faça um "diário miccional" no qual anotará todos os líquidos que você ingerir, sua freqüência , quantidade de urina durante determinado período de tempo e se ocorre qualquer sintoma especial. Isto ajudará o médico a determinar a causa da incontinência. O urologista lembra ainda que existem outros métodos para diagnosticar o problema através de exames de imagem, como ultra-sonografia e urografia excretora (exame radiológico detalhado do trato urinário após a injeção de contraste), que podem ser pedidos para detectar qualquer anormalidade anatômica ou crescimentos anormais nos órgãos do trato urinário. Além disso , o médico pode solicitar outros exames como a cistoscopia (que permite o médico ver o interior da bexiga e uretra através de um aparelho ótico fino que é introduzido pela uretra) e a avaliação urodinâmica (que avalia como a bexiga estoca e esvazia a urina, como a bexiga e uretra funcionam juntas e a velocidade e força do jato urinário).
 
 
Dieta e Recomendações:
 

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